Quando Jesus deixou o barco, viu numerosa multidão; sentiu-se movido de grande compaixão pelo povo, e curou os seus doentes.
Ali estava Jesus, possuído de íntima compaixão por aquela multidão faminta, sem pastor e doente. Jesus curou os doentes, ensinou aos pobres de espírito a Sua Palavra divina e satisfez a sua fome de pão, de tal maneira que todos comeram e ficaram saciados.
Reparemos que Jesus estava pouco interessado em religião, tradições, ensinos humanos. Ele sentiu compaixão e grande amor pelas pessoas. Por elas Ele tudo faria. Enfrentaria o ódio, a inveja e a malvadez dos religiosos do tempo. Enfrentaria a mentira satânica, a traição de um dos discípulos, a negação de outro, a mudança de ânimo e de direção das multidões, o escárnio, o julgamento iníquo e a terrível morte na cruz.
Quem compreendeu o Seu amor? Quem entendeu a Sua íntima compaixão? Quem entendeu o Seu ministério? Infelizmente, muito poucos o compreenderam, mas nem mesmo isso (que Ele sabia) o demoveu de morrer pelos nossos pecados.
E hoje, como é que compreendemos a pessoa de Jesus? Como entendemos e aceitamos o Seu amor? Como correspondemos ao Seu amor?
Ele é Deus conosco, pleno de compaixão e misericórdia. É Deus sempre pronto a responder às nossas necessidades. Estende a tua mão. Toca a Sua mão de bênção e misericórdia. Tu serás enriquecido, ajudado, salvo!
Tudo é possível ao que crê em Jesus!

    Referência: Comentários Bíblicos de João Calvino. Site: Bíblia Plus